JORGE MOLDER

Lisboa, Portugal, 1947 – vive e trabalha em Lisboa, Portugal

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Não tem que me contar seja o que for, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil, 2012

Não tem que me contar seja o que for, Galeria Raquel Arnaud, São Paulo, Brasil, 2012



Biografia

Jorge Molder formou-se em Filosofia na Universidade Clássica de Lisboa, mas a atividade como fotógrafo o levou a realizar sua primeira individual já em 1977, logo seguida por várias outras, em Portugal e no exterior. Suas fotos também já foram publicadas em livros, revistas e jornais. Foi artista convidado na 22a Bienal Internacional de São Paulo (1994) e representou Portugal na 48a Bienal de Veneza (1999). Dirigiu, durante vários anos, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, e recebeu o prêmio AICA/Portugal em 2006/7.

Molder utiliza frequentemente sua própria imagem, transformando-a para transcender o ambiente cotidiano, e sua fotografia quase sempre dialoga com filmes, livros e pinturas. Além disso, é comum em seu trabalho a interação com o universo onírico, tanto que uma de suas séries mais conhecidas denomina-se “A interpretação dos sonhos” – título emprestado da obra de Freud.

Entre as suas exposições recentes, destacam-se: participação na Artempo – “Where Time Becomes Art” (Veneza, 2007); “A interpretação dos sonhos” (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, out. 2009; Centre Culturel Calouste Gulbenkian, Paris, jan. 2010, e Fundación Luis Seoane, La Coruña, jul. 2010); “Pinocchio” (Galeria Oliva Arauna, Madri, abr. 2010, e Galerie Bernard Bouche, Paris, maio 2010); participação em “Out of This World”, Pfalzgalerie, Kaiserlautern, Alemanha, out. 2010; “Operações Especiais”, Castelo Branco, fev. 2011; e “Exercícios de arrefecimento” (instalação), Contentores P28/CCB, Lisboa, maio de 2011.