Overview

Biografia

são paulo_ sp_ 1965_ vive e trabalha em são paulo

Elisa Bracher é escultora, gravadora, desenhista e fotografa. Formou-se em artes plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP, São Paulo, e especializou-se em gravura em metal em 1989, dedicando-se desde cedo a criar obras em grande formato. Em meados de 1993, iniciou a transpor para o espaço as linhas que surgiam em seus desenhos e a realizar as primeiras esculturas em madeira e em cobre. Do final da década, datam as primeiras esculturas monumentais nas quais emprega grandes toras de madeira para a realização de obras que marcam a presença da artista em espaços públi- cos no Rio e em São Paulo, mas também em Essex, na Inglaterra, e em Berlim, na Alemanha.

As esculturas em taipa de pilão, técnica da obra exposta no pátio ao lado, já foram realizadas pela artista no jardim Museu da Casa Brasileira, na Galeria de Arte Raquel Arnaud. Atualmente, há uma escultura sendo construída em caráter permanente no Parque Villa Lobos em São Paulo.

Elisa Bracher é fundadora e diretora do Instituto Acaia que recebe diariamente trezentas pessoas entre crianças, jovens e adultos, habitantes da favela da Linha e da favela do Nove na cidade de São Paulo.

Sobre sua obra foram publicados:

1995 – Moradas e Passagens, Topologias, texto de Sonia Saltztein, Espaço Cultural dos Correios, RJ 1998 – Madeira sobre Madeira, texto de Rodrigo Naves, ed. Cosac& Naify

2006 – Maneira Branca, texto de Lorenzo Mammí, ed. Cosac& Naify e Pinacoteca de São Paulo.

2008 – A cidade e sua margens, texto de Rodrigo Naves e Fabio Valentim, ed. 34 letras, SP. 2011 – Ponto final sem pausas, texto de Luiz Camillo Osório, MAM – RJ

2015 – Luctus Lutum, texto de Elisa Byington, Gabinete de Arte Raquel Arnaud, SP.

Publicações

Elisa Bracher

Elisa Bracher

O livro Encarnadas apresenta obras que foram expostas na Galeria Raquel Arnaud. A artista, conhecida pelas esculturas monumentais de madeira instaladas em diversos espaços públicos, expõe aqui uma série de 30 desenhos em papel-arroz, nos quais trabalha com a cor vermelha, o que lhes confere uma dimensão visceral, orgânica. O livro traz também trabalhos inéditos em pedra, madeira e vidro, revelando a produção de uma artista que transita por múltiplas linguagens e técnicas. A obra inclui um ensaio de Elisa Byington, curadora da mostra, e a transcrição de um bate-papo entre as artistas Iole de Freitas e Elisa Bracher e a curadora, discutindo o processo criativo e a trajetória artística que resultou em Encarnadas.