A revolução tem que ser feita pouco a pouco – Parte 3: Estratificação e ruptura – processo criativo como forma”

A revolução tem que ser feita pouco a pouco – Parte 3: Estratificação e ruptura – processo criativo como forma”

28/08/2012 a 11/10/2012

No seu Guia prático para o desvio, Guy Debord argumentava que uma das mais eficazes estratégias de insubordinação social seria a apropriação, ou desvio, de frases e conceitos alheios, para fins revolucionários.
Carlos Cruz-Diez

Carlos Cruz-Diez

23/06/2012 a 12/09/2012

O ‘suporte estático na pintura’, enquanto conceito, tem acompanhado a expressão plástica através dos séculos. Foi a solução imaginada pelo homem para deter o tempo e registrar a natureza efêmera de um instante. A pintura sobre o plano é, portanto, símbolo de permanência e eternidade.
A revolução tem que ser feita pouco a pouco | Parte 2: A quadratura do círculo

A revolução tem que ser feita pouco a pouco | Parte 2: A quadratura do círculo

05/07/2012 a 18/08/2012

No seu Guia prático para o desvio, Guy Debord argumentava que uma das mais eficazes estratégias de insubordinação social seria a apropriação, ou desvio, de frases e conceitos alheios, para fins revolucionários.
Simples como o triângulo – Sérvulo Esmeraldo

Simples como o triângulo – Sérvulo Esmeraldo

21/06/2012 a 18/08/2012

"Na sua aparente simplicidade, o Triângulo é na realidade, o “dono” das matemáticas. Dono é pouco. A mais simples das figuras geométricas, com seus três vértices, dinamiza um espaço plástico definido como nenhuma outra forma. Além do mais, imagine, é indeformável.
A REVOLUÇÃO TEM QUE SER FEITA POUCO A POUCO | Parte 1: Diferença e repetição

A REVOLUÇÃO TEM QUE SER FEITA POUCO A POUCO | Parte 1: Diferença e repetição

08/05/2012 a 23/06/2012

No seu Guia prático para o desvio, Guy Debord argumentava que uma das mais eficazes estratégias de insubordinação social seria a apropriação, ou desvio, de frases e conceitos alheios, para fins revolucionários.
Circunstância e Ambiguidade da Cor – Carlos Cruz-Diez

Circunstância e Ambiguidade da Cor – Carlos Cruz-Diez

11/04/2012 a 02/06/2012

O ‘suporte estático na pintura’, enquanto conceito, tem acompanhado a expressão plástica através dos séculos. Foi a solução imaginada pelo homem para deter o tempo e registrar a natureza efêmera de um instante. A pintura sobre o plano é, portanto, símbolo de permanência e eternidade.
JORGE MOLDER | Não tem que me contar seja o que for

JORGE MOLDER | Não tem que me contar seja o que for

11/02/2012 a 31/03/2012

As fotografias por si mesmas nada narram, tão somente preservam aparências instantâneas. Ainda assim, transmitem elo com determinada situação, oferecem o “click” de uma aura recortada. Imagem entendida como fenda, intervalo diante do qual nos perguntamos sobre o antes e o depois. E a resposta em suspenso...
LUIS TOMASELLO

LUIS TOMASELLO

11/02/2012 a 31/03/2012

Já a individual de Luis Tomasello, no segundo piso da galeria, reúne um mural e sete obras bidimensionais que inspiraram poemas de Julio Cortázar e Catherine Topall.
OBRAS DO ACERVO

OBRAS DO ACERVO

14/01/2012 a 04/02/2012

A exposição do acervo reúne desde os artistas com trajetórias mais longas junto à Galeria, como Arthur Luiz Piza e Waltercio Caldas, até os mais jovens, como Geórgia Kyriakakis e Marco Giannotti.
TÊNUE | CARLOS FAJARDO

TÊNUE | CARLOS FAJARDO

10/11/2011 a 23/12/2011

A exposição TÊNUE é composta por quatro conjuntos de obras inéditas do artista plástico, elaborados em diferentes suportes - desenho, fotografia, espelhos e filme -, a mostra foi projetada para ocupar o piso superior da Galeria.
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